Saturday, October 17, 2015

E quando o sol dilatar...

Estou esperando...
Uma barriga? Uma gravidez?...
Uma criança?...
À bem da verdade espero duas.

E estrangeira que me sinto em momentos tão cotidianos, me flagro sonhando com crianças furtivas em casarões antigos.
Como será ter criança na minha existência?
Quais a implicações?

Às vezes ao olhar a seara das mulheres, me iludo com uma suposição de expertise...
Como se por ser mulher, viesse de fábrica com um dispositivo que irá se iniciar assim que botão mãe for ligado.
Mas sei que não há dispositivo. Não há um app 'mãe now' para baixar no app store da vida real...

Não estou preparada. É fato.

Mas não é um pessimismo, ou uma covardia. É só a constatação do que é. Dela em diante sigamos avante: Attraversiamo! Certas coisas na vida, só mesmo Strada facendo para saber como é, como será.

Agora. Nesse exato momento.
Espero uma criança, e espero a gravidez de uma outra criança.

Espero com esperança. Pois:

"A esperança não desaponta"
(Rm 5:5)



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